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A mostrar mensagens de outubro, 2021

Dolmens: Sim ou Não? - Episódio 12 - Terceira Journey

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A descrição dos arqueólogos (Portugueses!) para o local designado “Grota do Medo” é a de um “caos de pedras”. Escapou-lhes, porém, que a superfície dessas mesmas pedras estava gravada! Possivelmente por mera distração que, no entanto, se procura aqui remediar com alguma informação.

Detetada presença humana nos Açores 700 anos antes da chegada dos portugueses

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  Um estudo internacional, que contou com a participação de investigadores do Centro de Investigação em Biodiversidade e Recursos Genéticos – Açores (CIBIO), detetou presença humana nos Açores 700 anos antes da chegada dos portugueses, foi hoje revelado. Em comunicado, o CIBIO-Açores esclarece que o estudo reconstruiu as condições em que os Açores foram habitados pela primeira vez e o impacto que a presença humana teve nos ecossistemas do arquipélago. Uma das principais conclusões da investigação, publicada na revista PNAS, é que as primeiras evidências de presença humana nas ilhas foram detetadas 700 antes da chegada dos portugueses no século XV, nomeadamente à ilha de Santa Maria em 1427 e às ilhas do Corvo e das Flores em 1452. O estudo sugere ainda, tendo por base diferentes simulações para determinar as condições climatéricas, que os primeiros colonizadores do arquipélago eram “provavelmente” oriundos do norte da Europa e que encontraram “condições climáticas favoráveis para n...

As erupções nos Açores “vão acontecer” — e podem ser piores do que a de La Palma

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  O vulcanólogo José Pacheco garante os sistemas vulcânicos do arquipélago estão serenos. Por enquanto. Há precisamente 64 anos, a população da ilha do Faial, nos Açores, acordava sobressaltada com as explosões submarinas do vulcão dos Capelinhos. O fenómeno que durou quase um ano, forçou muita da população a emigrar e alterou radicalmente o futuro da ilha. Tivesse a erupção acontecido em terra, o cenário “seria muito semelhante” ao que vemos no Cumbre Vieja, nas ilhas Canária, explica à NiT José Pacheco, vulcanólogo e diretor do Instituto de Investigação em Vulcanologia e Avaliação de Riscos O choque entre o magma e a água do mar criou uma erupção mais explosiva, que provocou mais cinzas que, acumuladas em camadas densas sobre os terrenos de cultivo, arruinaram o sustento de muitos dos faialenses. Serão poucos os que ainda se recordarão dos acontecimentos dramáticos desse ano negro no Faial, mas as notícias que chegam de Espanha reacenderam velhos pesadelos na região portuguesa co...